segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Evoluir ou topar com uma realidade inerte e monótoma?
Observa-se o passado, pequena minucia que compõem este pacote que carregamos em baixo do braço, lembrando-se dele ou não, igualmente esta intrínseco no teu ser.
Se pode dizer que a reflexão é nula, levei um tempo considerável pra aprender sobre meus "erros", mas segundos apena pra saber que não queria mudar. O que antes era visto como errôneo, lastimável, hoje observo como redenção de um mundo obscuro. Obscuridade que tanto neguei que atualmente acordei com meu "eu", fazer parte dessa essência genuína e admirável.
Não mais me envergonho de quem fui do que me envergonho de quem já quis ser, vive-se em plena adolescência um mundo de sonhos e projetos grandiosos, insanidades, ausência total de sintonia, perdida nesse desconexo esperei achar um pouco de mim no que tanto almejava, mas a descoberta fática é que o motivo da minha deslumbra, era pelo que não poderia ou gostaria realmente de ser, o ponto de admiração era pela faculdade de compreensão da necessidade da existência dessas muitas variações de personalidades. Quis ser tudo, e, nada.
Já fui um pouco de tudo, porém nunca tudo de tudo.
Observa-se o passado, pequena minucia que compõem este pacote que carregamos em baixo do braço, lembrando-se dele ou não, igualmente esta intrínseco no teu ser.
Se pode dizer que a reflexão é nula, levei um tempo considerável pra aprender sobre meus "erros", mas segundos apena pra saber que não queria mudar. O que antes era visto como errôneo, lastimável, hoje observo como redenção de um mundo obscuro. Obscuridade que tanto neguei que atualmente acordei com meu "eu", fazer parte dessa essência genuína e admirável.
Não mais me envergonho de quem fui do que me envergonho de quem já quis ser, vive-se em plena adolescência um mundo de sonhos e projetos grandiosos, insanidades, ausência total de sintonia, perdida nesse desconexo esperei achar um pouco de mim no que tanto almejava, mas a descoberta fática é que o motivo da minha deslumbra, era pelo que não poderia ou gostaria realmente de ser, o ponto de admiração era pela faculdade de compreensão da necessidade da existência dessas muitas variações de personalidades. Quis ser tudo, e, nada.
Já fui um pouco de tudo, porém nunca tudo de tudo.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
"Não sinta saudade nem remorso.
Destruir é melhor que criar, quando não se cria o essencial.
É melhor derrubar tudo e espalhar sal em cima como se fazia para purificar os campos de batalha!
Estamos sufocados por sons, por imagens, cenas que não têm razão de ser, que saem do nada e se dirigem para o nada!
Algumas vezes o criador deve apenas educar-se, educar-se para o silêncio.
Se não se pode ter nada o nada é a perfeição.
Perdoe tantas citações, mas nós críticos, fazemos o que podemos."
8 1/2 - Federico Fellini
Destruir é melhor que criar, quando não se cria o essencial.
É melhor derrubar tudo e espalhar sal em cima como se fazia para purificar os campos de batalha!
Estamos sufocados por sons, por imagens, cenas que não têm razão de ser, que saem do nada e se dirigem para o nada!
Algumas vezes o criador deve apenas educar-se, educar-se para o silêncio.
Se não se pode ter nada o nada é a perfeição.
Perdoe tantas citações, mas nós críticos, fazemos o que podemos."
8 1/2 - Federico Fellini
Bom Dia
Talvez o que eles diziam de tudo não era mentira, até aquele mais alcoviteiro tinha mais razão do que eu.
Eu sabia que tinhas que partir, mas nunca me comunicaram que me partirias primeiro,
Eu em memória contigo fico para um longo espaço de tempo,
Em lembrança e realidade, é a ti que amo, como o mais belo entardecer aprecia-se.
Toma aqui teu cigarro, tuas promessas, tua ilusão!
Eu só quero as fotos, dessas, mão não abrirei, e, o amor, esse nem que tu quisesse levar, não conseguiria! Tudo esclarecido? ok!
Boa noite.
Talvez o que eles diziam de tudo não era mentira, até aquele mais alcoviteiro tinha mais razão do que eu.
Eu sabia que tinhas que partir, mas nunca me comunicaram que me partirias primeiro,
Eu em memória contigo fico para um longo espaço de tempo,
Em lembrança e realidade, é a ti que amo, como o mais belo entardecer aprecia-se.
Toma aqui teu cigarro, tuas promessas, tua ilusão!
Eu só quero as fotos, dessas, mão não abrirei, e, o amor, esse nem que tu quisesse levar, não conseguiria! Tudo esclarecido? ok!
Boa noite.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
EXCUSE ME
Os bons pensamentos acompanham assiduamente a ignorância, a falta de complexidade, o desapego aos detalhes, às vezes nem tão despercebidos, explícitos fatos que simplesmente são esquecidos ou ignorados.
Então me pergunto, vive melhor quem atenta para essa série de fragmentos soltos no dia-a-dia?!
Vive melhor quem nada percebe, quem tudo exclui?!
Livros e filme deveriam ser banidos mesmo, essas coisas são demônios que só vêm para ludibriar-nos, escarnecer, zombar..
Item 1
Há quem procure conhecimento por tudo onde passam: capa de jornais, especialistas, usam a ferramenta mais potente já criada pelo homem em prol dessa busca insaciável por informação (internet), livros, filme, pessoas, reles mortais, estudam povos, culturas, hábitos, se determinam de maneira quase impertérrito à Antropologia cotidiana.
Item 2
Há também aqueles que não precisam de grandes esforços (vulgo estudo) para que consigam atingir o mínimo da percepção ou avanço intelectual. Aprendem nas ruas, nos programas de cultura inútil transmitidos via televisão, aprendem ouvindo musica, aprendem outras línguas, sem se quer ter assistido uma única explicação para a junção das letras, ou expressões regionais.
Aprendem com seus erros, aprendem com o erro alheio; dormem 85% da aula, acordam no momento decisivo, escutam 5 palavras e entendem como 1 + 1 = 2, com uma facilidade apavorante.
No item 2 (dois) eu me enquadro..
Logo cedo aprendi que a ignorância é uma dádiva, que se não conhecemos a dor não teríamos porque sofrer, entrando um pouco, não muito no assunto:
- Tomar cuidado com paixonites e longos relacionamentos(carnais ou de amizade), te priva de certas imagens presas ao glóbulo temporal (leia-se lembranças) que neste caso:
Lembranças = Onde já sentimos algo bom no presente.
(Ao reler nos damos conta de que já é passado).
Minha teoria cai quando descobre-se também que a dor nasce com o homem, tanto por quantas experiências este teve acesso quanto pelo que o move a querer viver: a busca pelo preenchimento do vazio, afinal todos buscam por algo, correm atrás de alguma coisa, estão sempre indo à algum lugar, cousa que não se define, estabelecem metas, projetos de médio e longo prazo; entretidos com suas vidas hipócritas e vulgares.
Gostam da mediocridade, torturam seus corpos sedento e disposto a receber conhecimento, estes se limitam, atrofiam; comparo aqui o cérebro com um músculo, é do conhecimento de todos que um músculo precisa ser exercitado todos os dias, mas porque mesmo vamos parar de olhar novela e escutar esporte para: " ler, escrever, ouvir, ver, presenciar, saber ou fazer acontecer algum marco importante"? Quando temos o bar ao final de todos os dias e finais de semana, o dinheiro é papel mesmo, câmbio entre teu suor e o frescor da cerveja no bar e o pagode tocando de fundo, não é?
É.. Se me dão licença meu tempo estourou e a minha carona chegou.
Onde vamos?
Ah! Em um barzinho aqui perto!
Tchau o/
Então me pergunto, vive melhor quem atenta para essa série de fragmentos soltos no dia-a-dia?!
Vive melhor quem nada percebe, quem tudo exclui?!
Livros e filme deveriam ser banidos mesmo, essas coisas são demônios que só vêm para ludibriar-nos, escarnecer, zombar..
Item 1
Há quem procure conhecimento por tudo onde passam: capa de jornais, especialistas, usam a ferramenta mais potente já criada pelo homem em prol dessa busca insaciável por informação (internet), livros, filme, pessoas, reles mortais, estudam povos, culturas, hábitos, se determinam de maneira quase impertérrito à Antropologia cotidiana.
Item 2
Há também aqueles que não precisam de grandes esforços (vulgo estudo) para que consigam atingir o mínimo da percepção ou avanço intelectual. Aprendem nas ruas, nos programas de cultura inútil transmitidos via televisão, aprendem ouvindo musica, aprendem outras línguas, sem se quer ter assistido uma única explicação para a junção das letras, ou expressões regionais.
Aprendem com seus erros, aprendem com o erro alheio; dormem 85% da aula, acordam no momento decisivo, escutam 5 palavras e entendem como 1 + 1 = 2, com uma facilidade apavorante.
No item 2 (dois) eu me enquadro..
Logo cedo aprendi que a ignorância é uma dádiva, que se não conhecemos a dor não teríamos porque sofrer, entrando um pouco, não muito no assunto:
- Tomar cuidado com paixonites e longos relacionamentos(carnais ou de amizade), te priva de certas imagens presas ao glóbulo temporal (leia-se lembranças) que neste caso:
Lembranças = Onde já sentimos algo bom no presente.
(Ao reler nos damos conta de que já é passado).
Minha teoria cai quando descobre-se também que a dor nasce com o homem, tanto por quantas experiências este teve acesso quanto pelo que o move a querer viver: a busca pelo preenchimento do vazio, afinal todos buscam por algo, correm atrás de alguma coisa, estão sempre indo à algum lugar, cousa que não se define, estabelecem metas, projetos de médio e longo prazo; entretidos com suas vidas hipócritas e vulgares.
Gostam da mediocridade, torturam seus corpos sedento e disposto a receber conhecimento, estes se limitam, atrofiam; comparo aqui o cérebro com um músculo, é do conhecimento de todos que um músculo precisa ser exercitado todos os dias, mas porque mesmo vamos parar de olhar novela e escutar esporte para: " ler, escrever, ouvir, ver, presenciar, saber ou fazer acontecer algum marco importante"? Quando temos o bar ao final de todos os dias e finais de semana, o dinheiro é papel mesmo, câmbio entre teu suor e o frescor da cerveja no bar e o pagode tocando de fundo, não é?
É.. Se me dão licença meu tempo estourou e a minha carona chegou.
Onde vamos?
Ah! Em um barzinho aqui perto!
Tchau o/
domingo, 4 de outubro de 2009
Uma boa crítica,
uma boa conversa,
Horas em um lugar calmo e "aquela" pessoa!!
Me senti por tanto tempo um tanto quanto perdida,
Entre o que quero e o que conseguiria fazer, há uma certa distancia!
Entre o que posso e o que faço tem sempre um obstaculo,
Sigo vagarosamente para um futuro onde o ser humano se basta.
A solidão é a única certeza de felicidade plena.
A convivência exige uma compreensão e dedicação que por hora, não disponho.
Palavras e frases soltas fazem tanto sentido em estado ébrio.
Em quanto perde teu tempo atras de sentido para tais bobagens,
Eu com certeza estarei me divertindo a escrever mais passa-tempo.
A diferença entre quem lê e quem escreve é desesperadora!
uma boa conversa,
Horas em um lugar calmo e "aquela" pessoa!!
Me senti por tanto tempo um tanto quanto perdida,
Entre o que quero e o que conseguiria fazer, há uma certa distancia!
Entre o que posso e o que faço tem sempre um obstaculo,
Sigo vagarosamente para um futuro onde o ser humano se basta.
A solidão é a única certeza de felicidade plena.
A convivência exige uma compreensão e dedicação que por hora, não disponho.
Palavras e frases soltas fazem tanto sentido em estado ébrio.
Em quanto perde teu tempo atras de sentido para tais bobagens,
Eu com certeza estarei me divertindo a escrever mais passa-tempo.
A diferença entre quem lê e quem escreve é desesperadora!
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